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Músicos
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Fábio
Franchini (São Paulo/SP)
Voz, guitarra, violão e backing vocals

Autodidata
na guitarra e bottleneck guitar, estudou canto na Universidade
Livre de Música (ULM), de São Paulo. Já
trabalhou com músicos de peso, como Duda Neves, Celso
Marques ("Aquilo deu Nisso"), seu irmão,
Evandro Franchini ("Irmão Leão"),
Maurício Guedes ("Happy Hour") e o argentino
Al Frankovich (Mississipi Blues Band/AR), entre outros. Seu
trabalho recebeu influência de músicos como Muddy
Waters, Robert Johnson, Jeff Beck, Eric Clapton e bandas como
Beatles, Creedence Clearwater Revival e Rolling Stones.
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André Seben (Joaçaba/SC)
Guitarra, lap steel, backing vocals

Guitarrista
e baixista, começou a tocar aos 15 anos. Após
alguns poucos (e traumáticos) meses de aulas de violão,
logo decidiu montar sua primeira banda, que viria a se tornar
Os Udigrudis, com grande repercussão em Santa Catarina
na primeira metade dos anos 90. Depois de passar por bandas
como Bluesville Beagles, Malacma, Superbug E Quarteto Banho
de Lua, estabilizou-se nOs Chefes, onde está
desde sua fundação, em 1998. Suas principais
influências são Jimmy Page, Ace Frehley, Joe
Perry e Rich Robinson.
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Leonardo Piovezzani
Bateria

Leonardo
Piovezani começou a tocar piano quando criança
e logo se interessou pelas baquetas. Após cursar Berkeley
(EUA) por alguns meses, retornou ao Brasil e passou por diversas
bandas em Florianópolis, participando de uma das formações
do Tutti-Frutti de Luis Carlini, ex-Rita Lee. Entre suas influências
estão Igor Cavalera e grandes bateristas do jazz e
do fusion.
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Robson Dias (Florianópolis/SC)
Voz, contrabaixo, backing vocals

Beatlemaníaco
de carteirinha e McCartneymaníaco em especial, faz
parte da história do rock catarinense desde 1982, quando
passou a integrar grupos de expressão em Florianópolis,
como Decalcomania e Objeto de Prazer. Mas foi com a banda
Get Back que encontrou o veículo perfeito para destilar
sua fixação por Beatles e o rock britânico
contemporâneo. Depois de 17 anos à frente da
Get Back, não resistiu ao convite de integrar Os Chefes,
em 2006.
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Equipe
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Lucas Minuzzi - Produtor

Responsável
pelos negócios e toda a parte burocrática dOs
Chefes, Lucas Minuzzi é reflexo do profissionalismo
da banda nos dias de hoje. É ele quem atende o telefone,
marca os shows e cuida de onde vem e para onde vai o dinheiro.
Não muito afeito a aparecer, prefere manter sua imagem
em segredo, pelo menos neste site. Afinal, trata-se da sombra
que acompanha os passos do grupo, onde quer que ele esteja.
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Jussário Duarte - Técnico de som

Técnico
de som dos mais respeitados no meio, está com Os Chefes
desde o início da banda, em 1998. É o responsável
direto pelo que a platéia escuta e também pelo
que os músicos ouvem via sistema de retorno. Para Jussário
Duarte, a sonorização corre em suas veias desde
a adolescência, quando começou a montar e operar
seus primeiros sistemas. Hoje está à frente
de um equipamento de respeito, que inclui compressores, crossovers,
mesas de som, pré-amplificadores e mais uma série
de engenhocas responsáveis pelo som vintage
da banda.
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Rafael Camargo - Roadie

Seqüestrado
de uma equipe de sonorização de Florianópolis,
Rafinha, como é chamado pelos colegas, é uma
força e tanto na equipe. Com conhecimento de sonorização
e instrumentos em geral, é responsável pela
passagem de som da bateria e por qualquer inconveniente que
possa ocorrer durante as apresentações. É
de sua autoria a seguinte e célebre frase: Alô,
som! Teste, som! Um dois.
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Nicolas Minuzzi - Roadie

Este
pequeno-grande homem é uma revelação
na equipe dOs Chefes. Músico aprendiz no começo
de sua participação na banda, hoje executa com
perfeição a passagem de som das guitarras, baixos
e violões, além de ter evoluído muito
na guitarra. Com esta responsabilidade, não deixa a
peteca cair diante de qualquer imprevisto e mergulhou de cabeça
no rock nroll logo após integrar a equipe.
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Orlando Alemão Rohr - Motorista

Natural
de Itapiranga, extremo oeste de Santa Catarina, Alemão
talvez tenha a maior das responsabilidades entre os integrantes
da equipe dOs Chefes. Ora, é ele quem cuida da
vida de todos, inclusive a dele, no comando do ônibus
da banda. Poliglota, é fluente no alemão, português
e inglês, além de outras línguas, às
quais ainda está se acostumando. Para se fazer entender,
recorre até à invenção de outros
idiomas. This is a chekafire é sua frase
favorita para qualquer início de conversa.
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